Bragança # dia 38/40

Boa noite exploradores,

Hoje foi dia de explorar o coração de Bragança. Dirigi-me até às muralhas do castelo, que segundo o que as gentes contam, têm um contorno em forma de coração. Dentro das muralhas encontra-se o fantástico Castelo de Bragança! Subi as escadas do castelo até à torre de menagem por onde pude observar Bragança na tua totalidade. À medida que ia subindo o castelo, ia passando pelo museu militar. É uma exposição muito rica, composta por armas, desde as lanças, espadas até às espingardas, pistolas e metralhadoras. As armaduras, os capacetes, as barretinas e o arreio para cavalo eram peças bastante utlizadas nos tempos de guerra.

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Depois desta visita ao Castelo, foi hora de visitar o Centro de Ciência Viva. São muito interessantes as atividades e experiências que este espaço proporcionam, como por exemplo, a exemplificação da formação de um tornado.

Dando continuação à aventura, fui fazendo um passeio à beira rio, a ouvir a água a cair pela pequena cascata abaixo, até encontrar a Casa da Seda. Interessante como este espaço é igualmente constituído por atvidades, fazendo com que as pessoas se envolvam neste processo de produção da seda.

Terminada a visita, fiz um pequeno passeio pela Praça de Camões até à Praça da Sé. Um pouco mais abaixo deparei-me com a exposição fotográfica de Georges Dussaud, patente no Auditório Paulo Quintela. É sempre uma inspiração visualizar o excelente portefólio deste grande senhor.

Para terminar esta manhã dedicada à cultura, fui conhecer o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais. As tradições, o terra-a-terra e a rudez parecem estar sempre presentes nas suas obras. Neste mesmo Centro de Arte Contemporânea de Graça Morais está patente uma exposição temporária com obras que integram a coleção de António Cachola.

Bem, depois desta manhã em cheio, parti em direção a Guimarães. Claro está que as grandes amizades que por lá tenho ficaram como incentivo para voltar em breve.

Na chegada à Pousada de Juventude fiquei encantado com o espaço e todo o envolvente. É um edificio antigo, mas recuperado, que apresenta um pátio central, fazendo-me lembrar as tradições italianas.

Juntos, vamos #explorarPT!
Rui Manuel Ferreira

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